domingo, 30 de maio de 2010

Luto já indiferente...

A morte bateu à porta.
Entrou meio que já de saída,
Como quem não se importa...

Desculpou-se, então,
Por chegar atrasada.
Tal como uma afirmação,
Eu disse: “que nada!”,
Pois nada mais me importava...

Um chá de lágrimas a ofereci!
E ela aceitou de bom grado,
Adoçando o pranto que senti,
Lamentando sobre o passado...

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