sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Circo caótico (trova)

Frente à televisão,
Fome finge ser passado...
Entre circo e o pão,
Nosso caos é celebrado...

Um sonho de paz (haicais)

Juntando meus restos,
Encontrei muitas lembranças
Esquecidas n’alma!

Nostalgicamente,
Revivi alguns momentos,
Num sonho de paz!

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Na terra de 'Caras' e bundas...

De fato, há certo voyeurismo no consumo das revistas mais famosas em consultórios médicos. Entre fofocas, futilidades e ou opiniões tendenciosas, pessoas esvaziam suas cabeças num contraditório ritual que tem como objetivo máximo a hipócrita admiração pelo “glamour” da vida dos famosos.

Pessoas de quaisquer classes sociais são atraídas pelo mundo de fantasia gerado em torno da especulação dos famosos e seus hábitos, por mais absurdos ou mascarados que sejam, em matérias “hiperproduzidas”.

Qualquer motivo que aproxime os “mortais” dos mitos instantâneos, ou melhor, famosos, como um casamento em uma ilha distante e badalada ou o nascimento de um bebê, é motivação para que os curiosos de plantão dêem aquela “espiadinha”.

Falando em espiar, o que dizer da obsessiva audiência do público que torce para que um desconhecido ganhe um milhão de reais, mesmo que lhe dêem apenas entretenimento gratuito para que esqueça sua própria realidade?

Constantemente, nos maravilhamos com uma vida ilusória, nos contentando com o escape estampado pelas diferenças em nossa sociedade, esquecendo sempre que temos que construir nosso conhecimento cotidiano para evoluirmos como cidadãos.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Carnaval

Surge grande fantasia!
Maestro da própria vida,
O povo, com alegria,
Faz d’arte sua avenida!

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Aos amigos

Ao reunir meus amigos,
Hei de achar felicidade,
Refletida num sorriso
Que traga sinceridade!

Sonhando...

Sonhando, viver é paz,
Mundo de satisfação!
Nenhum sentir é capaz
De parar o coração!

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

O berço dos poetas! (trova)

O calar da madrugada,
Aos que sofrem de paixão,
Vai sempre ser a morada
Dos sonhos de perdição!

Teus restos

Carreguei todos os teus restos
Num sentir que não dorme em paz...
Como enterrarei os tormentos d’alma
Se nem mesmo tua despedida foi capaz?

Nos meus olhos, o revolto tormento
Que desprezaste! Todo o sentimento
Por ti, ao chão, em soluço despejado,
Fez-se poça de um coração transbordado!

Sozinho (trova)

Sozinho, choro a dor
D’um eterno sentimento...
Entreguei-me com amor,
Mas recebi sofrimento...