domingo, 30 de maio de 2010

Luto já indiferente...

A morte bateu à porta.
Entrou meio que já de saída,
Como quem não se importa...

Desculpou-se, então,
Por chegar atrasada.
Tal como uma afirmação,
Eu disse: “que nada!”,
Pois nada mais me importava...

Um chá de lágrimas a ofereci!
E ela aceitou de bom grado,
Adoçando o pranto que senti,
Lamentando sobre o passado...

terça-feira, 25 de maio de 2010

A indecisão humana

É uma eterna questão
Entre o sim e o não,
A flor e o canhão,
Suportando o conviver
Dentro do mesmo ser!

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Vida incontrolável!

Escondi desse mundo de acaso
Uma vontade de viver qualquer,
Segura de qualquer decepção,
Guardada num quarto fechado,
No frágil conforto da reclusão!

Porém, ela avançou, indomada!
Jogando-me para fora do nada,
Aos poucos, fez da minha morada
Um mundo do qual tornei estrada!

terça-feira, 4 de maio de 2010

Não ao coração!

Não hei de conhecer
Nenhuma decepção
Que torne a ocorrer...

Digo não ao coração!
Qualquer sentimento vão
Não mais irá me convencer!

Sou fortemente frágil
Mas me suporto de um jeito ágil,
Esquivando-me dos pensamentos,
Fugindo de velhos momentos...

domingo, 2 de maio de 2010

Uma ideia...

...Brotou de repente,
Alimentando a mente,
Num sentir clemente
A se propagar...

Voou, livremente,
A toda uma gente
Que se pôs a admirar!