Que dia ensolarado!
Há luz por todo lado!
Meu coração, iluminado
De alegria, irradiado,
E da solidão já libertado!
Mesmo com a ausência ao meu lado
Não nego o que já dizia o ditado:
"Antes só que mal acompanhado".
domingo, 8 de novembro de 2009
domingo, 30 de agosto de 2009
Adeus, trauma!
Todo o passado
Agora enterrado...
Passado o trauma,
Alívio na alma!
Destes póstumos jardins,
Flores brotarão em meu ser!
Cemitério de lembranças
Que hei de esquecer!
Agora enterrado...
Passado o trauma,
Alívio na alma!
Destes póstumos jardins,
Flores brotarão em meu ser!
Cemitério de lembranças
Que hei de esquecer!
domingo, 26 de julho de 2009
Faroeste mestiço
Na guerra do dia-a-dia,
O povo na correria...
Faroeste mestiço...
Onde mocinho e bandido,
De papéis indefinidos,
Ditam vida e morte no morro.
Na capa dos jornais, sangra o povo.
O povo na correria...
Faroeste mestiço...
Onde mocinho e bandido,
De papéis indefinidos,
Ditam vida e morte no morro.
Na capa dos jornais, sangra o povo.
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Revolta
Com cego rancor,
Explodia sua dor.
Manifestando-se com fervor,
Berrava um velho senhor.
Sua vida refletida em vão,
No cinza que banhava o chão,
Como a fábrica que o despejou.
Na miséria, saco de ossos virou...
Explodia sua dor.
Manifestando-se com fervor,
Berrava um velho senhor.
Sua vida refletida em vão,
No cinza que banhava o chão,
Como a fábrica que o despejou.
Na miséria, saco de ossos virou...
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Insônia
Noites de incessante tormento...
Apenas o silêncio, noite adentro...
Ociosas horas em que a alma clama
Por um pouco de contentamento.
Apenas o silêncio, noite adentro...
Ociosas horas em que a alma clama
Por um pouco de contentamento.
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Tímida Infância
Quando nasci, um anjo veio...
...E disse, num cochicho: “Que feio!”
De infância angelical,
Nunca fui um cara “legal”...
Com o tempo cresci,
Pé de manga, nunca subi...
Dos mais mansos cães, corri
E então me pergunto: vivi?
...E disse, num cochicho: “Que feio!”
De infância angelical,
Nunca fui um cara “legal”...
Com o tempo cresci,
Pé de manga, nunca subi...
Dos mais mansos cães, corri
E então me pergunto: vivi?
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Ao mestre Edgar Allan Poe...
De palavras sensíveis e imortais,
A lembrança de um mestre se faz.
Edgar, com sua melancolia, escrevia,
Transformando sua triste vida em poesia.
Sua obra, universal,
Descrevia o ser humano e seu mal.
Sua vida, conturbada,
Deu origem a uma obra iluminada.
Em seus tortuosos dias,
Com um corvo conversava,
Com a alma exposta na escrita,
A solidão, assim, aliviava!
A lembrança de um mestre se faz.
Edgar, com sua melancolia, escrevia,
Transformando sua triste vida em poesia.
Sua obra, universal,
Descrevia o ser humano e seu mal.
Sua vida, conturbada,
Deu origem a uma obra iluminada.
Em seus tortuosos dias,
Com um corvo conversava,
Com a alma exposta na escrita,
A solidão, assim, aliviava!
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