Na rua, a massa é exposta
Por um povo que ainda crê
Que um dia haverá resposta
Para tudo o que aqui se vê
Transitam tipos distintos
Por caminhos em comum.
São vidas que se suportam
Na cruel lei da sobrevivência!
terça-feira, 12 de julho de 2011
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Lar de papel (trova)
Em dias de morto céu,
Há vida a compensar!
Adentro-me no papel,
Abrigando meu pensar!
Há vida a compensar!
Adentro-me no papel,
Abrigando meu pensar!
terça-feira, 5 de julho de 2011
Semáforo, palco da desilusão...
Era um menino qualquer entretendo,
Com o desespero da fome e do medo,
Seu público invisível por trás de vidros fóbicos.
De janela a janela, portas sempre fechadas...
Uma barreira fixa a distância entre ambos os lados,
A cada peça de tom escuro e imóvel,
Tentando ser rompida pela comoção
Numa falha tentativa de humanizar-se...
Com o desespero da fome e do medo,
Seu público invisível por trás de vidros fóbicos.
De janela a janela, portas sempre fechadas...
Uma barreira fixa a distância entre ambos os lados,
A cada peça de tom escuro e imóvel,
Tentando ser rompida pela comoção
Numa falha tentativa de humanizar-se...
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Novos ares
Para que as lágrimas sequem diante da desilusão,
Preciso jogar-me a um vento sem volta... Voar talvez!
Hei de sentir uma brisa que traga ares de esperança,
Deixando-me levar por um turbilhão de amor qualquer...
Preciso jogar-me a um vento sem volta... Voar talvez!
Hei de sentir uma brisa que traga ares de esperança,
Deixando-me levar por um turbilhão de amor qualquer...
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Sonhar, um delírio...
Sonhar é sentir com asas
Os frágeis passos do paraíso,
Flutuando em pensamentos,
Que, surreais, enganam a vida!
Desilusão que brota do desejo,
Clamando para que seja verdade...
Os frágeis passos do paraíso,
Flutuando em pensamentos,
Que, surreais, enganam a vida!
Desilusão que brota do desejo,
Clamando para que seja verdade...
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Manhã de feriado
Sinto a brisa fresca ao acordar!
Em doses lentas, a paz vem sussurrar
No canto dos pássaros que hei de escutar
Ou ainda d’um solitário assobiar...
Sem pesar, meu pensar é leve
E pelo mesmo levo o dia, a caminhar...
Usufruo de cada momento raro,
Pois o tempo é livre enquanto se vive!
Em doses lentas, a paz vem sussurrar
No canto dos pássaros que hei de escutar
Ou ainda d’um solitário assobiar...
Sem pesar, meu pensar é leve
E pelo mesmo levo o dia, a caminhar...
Usufruo de cada momento raro,
Pois o tempo é livre enquanto se vive!
sexta-feira, 27 de maio de 2011
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