Descrente já é
Povo de qualquer lugar...
Mas há de lutar!
domingo, 27 de dezembro de 2009
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Ser humano
Movido como objeto
No campo minado,
O homem implora, num berro,
Um mundo re-inventado!
Lutando por uma vida decente,
Um povo maltratado, já descrente...
As pragas controlam o gado,
Pois este já se encontra tomado
Pela ambição desmedida
Que ultrapassa qualquer medida...
Esmagada, maltratada, abusada
Sem piedade sofre a massa.
Tudo que João queria
Ao lado de sua Maria:
Um pouco de dignidade,
Livrar-se de toda maldade,
Respirar a liberdade,
Enfim, ser humano!
No campo minado,
O homem implora, num berro,
Um mundo re-inventado!
Lutando por uma vida decente,
Um povo maltratado, já descrente...
As pragas controlam o gado,
Pois este já se encontra tomado
Pela ambição desmedida
Que ultrapassa qualquer medida...
Esmagada, maltratada, abusada
Sem piedade sofre a massa.
Tudo que João queria
Ao lado de sua Maria:
Um pouco de dignidade,
Livrar-se de toda maldade,
Respirar a liberdade,
Enfim, ser humano!
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Pássaro de papel
Voando no céu,
Pássaro de papel.
Com o dedo a apontar
Crianças a admirar
Aquele engenhoso sonho
Que transformaria a vida
De um garoto risonho,
Que com uma simples linha
Regia sua pipa.
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Pela rua...
...Anda, com pressa,
Num caótico labirinto,
Uma gente que se atropela
Como um animal faminto...
...E que, numa luta diária,
Ingenuamente, mas sem piedade,
Expõe toda maldade
No desespero da realidade.
A rua comporta a miséria,
Com ar de democracia...
...Rodeada de insetos e ratos,
Miseráveis e engravatados.
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Noite
Acolhe-me em sonhos,
Companheira de solidão!
Abraça-me sutilmente
Com o manto da escuridão
Nas mais íntimas utopias
De dor e de paixão...
Olhando o céu estrelado
Pergunto-me, debruçado
Na janela, já cansado:
Porque estás ao meu lado?
A resposta é sempre muda,
Porém cheia de ternura...
D'um sorriso iluminado
Estou sempre acompanhado!
Companheira de solidão!
Abraça-me sutilmente
Com o manto da escuridão
Nas mais íntimas utopias
De dor e de paixão...
Olhando o céu estrelado
Pergunto-me, debruçado
Na janela, já cansado:
Porque estás ao meu lado?
A resposta é sempre muda,
Porém cheia de ternura...
D'um sorriso iluminado
Estou sempre acompanhado!
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Haikais (Humanidade controlada)
Como máquina
Age a humanidade...
Autocontrole?
Seria robô,
Nas mãos do próprio homem,
O trabalhador?
Age a humanidade...
Autocontrole?
Seria robô,
Nas mãos do próprio homem,
O trabalhador?
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