É sustentar saudosamente a dor,
Desenterrando desta algum valor
Que se fez além do passado vão,
De memórias que não voltarão...
quinta-feira, 29 de julho de 2010
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Pobre garoto...
Quero ser parte da massa
E, como um moleque qualquer,
Brincar com a própria desgraça!
Ver graça nas chamas
Da guerra cotidiana
E escapar por um triz
Dizendo o quanto sou feliz...
Se me engano ou tenho fé?
Apenas me mantenho de pé
Para poder dizer um dia:
“Prazer! Sou José!”
E, como um moleque qualquer,
Brincar com a própria desgraça!
Ver graça nas chamas
Da guerra cotidiana
E escapar por um triz
Dizendo o quanto sou feliz...
Se me engano ou tenho fé?
Apenas me mantenho de pé
Para poder dizer um dia:
“Prazer! Sou José!”
terça-feira, 25 de maio de 2010
A indecisão humana
É uma eterna questão
Entre o sim e o não,
A flor e o canhão,
Suportando o conviver
Dentro do mesmo ser!
Entre o sim e o não,
A flor e o canhão,
Suportando o conviver
Dentro do mesmo ser!
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Vida incontrolável!
Escondi desse mundo de acaso
Uma vontade de viver qualquer,
Segura de qualquer decepção,
Guardada num quarto fechado,
No frágil conforto da reclusão!
Porém, ela avançou, indomada!
Jogando-me para fora do nada,
Aos poucos, fez da minha morada
Um mundo do qual tornei estrada!
Uma vontade de viver qualquer,
Segura de qualquer decepção,
Guardada num quarto fechado,
No frágil conforto da reclusão!
Porém, ela avançou, indomada!
Jogando-me para fora do nada,
Aos poucos, fez da minha morada
Um mundo do qual tornei estrada!
domingo, 2 de maio de 2010
Uma ideia...
...Brotou de repente,
Alimentando a mente,
Num sentir clemente
A se propagar...
Voou, livremente,
A toda uma gente
Que se pôs a admirar!
Alimentando a mente,
Num sentir clemente
A se propagar...
Voou, livremente,
A toda uma gente
Que se pôs a admirar!
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Marcas
Passou-se um momento,
Deixando seu rastro
Em forma de lamento
Nas páginas que rasgo...
Já rasguei qualquer lembrança viva
Mas a mesma ainda me escraviza,
Como fantasma a me atormentar,
Indesejável a me acompanhar!
Deixando seu rastro
Em forma de lamento
Nas páginas que rasgo...
Já rasguei qualquer lembrança viva
Mas a mesma ainda me escraviza,
Como fantasma a me atormentar,
Indesejável a me acompanhar!
sábado, 27 de março de 2010
Memórias
No deserto campo
Em que habita a alma,
A invisível realidade!
Seria apenas brisa que bate
Ou calafrio de saudade?
Passada já por mim a brisa,
Restou apenas a lembrança
Que carece de esperança
De voltar a ser um dia carne...
Em que habita a alma,
A invisível realidade!
Seria apenas brisa que bate
Ou calafrio de saudade?
Passada já por mim a brisa,
Restou apenas a lembrança
Que carece de esperança
De voltar a ser um dia carne...
Assinar:
Postagens (Atom)